O que vem por aí: "Garota Traduzida"

terça-feira, junho 28, 2011

A editora Suma das Letras irá lançar no próximo mês, em 1º de julho, o livro "Garota Traduzida", publicado em mais de 15 países e ganhador de vários prêmios literários, da chinesa Jean Kwok*.
Quando Kimberly Chang e sua mãe, emigrantes de Hong Kong, se estabelecem numa área pobre do Brooklyn, tem início uma árdua dupla jornada para a menina de 11 anos. De dia, ela luta na escola contra o seu quase total desconhecimento do inglês, superando o preconceito do professor e revelando-se uma aluna determinada em aprender. À noite, ao lado da mãe, trabalha duro numa fábrica de tecidos, desafiando a incredulidade de colegas de escola, confiantes de que "trabalho infantil não existe nos Estados Unidos".
Dia após dia, Kimberly lida em silêncio com verdades dolorosas e uma vida de privações. Num apartamento imundo, frio e infestado de ratos, a menina encara um futuro incerto, cujo peso recai sobre seus ombros, em função da deterioração da saúde de sua mãe. Kimberly ainda nutre um amor secreto por um menino que trabalha na casa de máquinas da fábrica na qual trabalha. Sua imaginação, criatividade e capacidade de amar são suas únicas armas para encontrar algum conforto e perspectivas.
O livro Garota, traduzida é uma história inspirada na vida da autora, que saiu muito jovem de Hong Kong para viver nos Estados Unidos, mas fala também sobre a trajetória de milhares de imigrantes, capturados entre a pressão para vencerem no Primeiro Mundo, suas obrigações para com a família e seus sonhos particulares.


Eu fiquei bem interessada, e você?
*Jean nasceu em Hong Kong, e Hong Kong é considerada uma Região Administrativa Especial chinesa desde 1º de julho de 1997, quando o Reino Unido devolveu sua então Colônia à Pequim. Por isso, quem nasce em Hong Kong é chinês. No entanto a Lei Básica de Hong Kong (espécie de Constituição), lhe garante alto grau de autonomia. Os principais conceitos expressos na lei são "Um país, dois regimes" (comunismo na China continental e capitalismo na ilha de Hong Kong) e "As pessoas de Hong Kong governando Hong Kong"Com essa autonomia, Hong Kong tem representação própria em organizações multilaterais como a OMC (Organização Mundial do Comércio), etc. (fonte)

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1 comentários

  1. Nossa, adorei o tema desse livro! Nunca li um sobre isso antes e parece realmente interessante, foge bastante de temas clichês que vejo o tempo todo.

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